Vou escrever e-mails executivos e cartas corporativas que geram respostas
Especialista em comunicação profissional de RH e assédio no trabalho
Sobre este Serviço
Seus e-mails corporativos não devem parecer iguais aos de todo mundo. Modelos genéricos são ignorados, redações de nível executivo geram respostas.
Eu não escrevo e-mails comuns. Crio correspondências de alto impacto e estratégicas que: Chamam atenção (assuntos que são abertos) Estabelecem autoridade (tom que te posiciona como líder) Incentivam ação (CTAs claros que geram resultados) Economizam seu tempo (chega de ficar encarando uma tela em branco)
Você recebe:
- E-mails/cartas personalizados (propostas, follow-ups, etc.)
- Testes de assunto (opções A/B para taxas máximas de abertura)
- Alinhamento com a voz da marca (soa como você, não como um modelo)
- Versões em PDF + Word
- Entrega em 24-48h
Resultados: meus clientes veem taxas de resposta 3x maiores e fechamentos mais rápidos.
São apenas 10 vagas disponíveis, envie sua versão inicial ou detalhes do projeto AGORA.
Idioma:
Inglês
Preferência de estilo de entrega
Informe o freelancer sobre suas preferências ou preocupações em relação ao uso de ferramentas de IA na conclusão e/ou entrega de seu pedido.
Perguntas frequentes
Tradução automática
Você consegue escrever no tom da minha empresa?
Com certeza. Vou adaptar o tom da sua marca (formal, conversacional ou autoritário) após revisar seus materiais existentes.
Que tipos de e-mails/cartas você escreve?
Propostas, propostas comerciais, follow-ups, reclamações, anúncios, contratos, MOUs, etc. Para B2B, B2C ou comunicações internas da empresa.
Você precisa de muitas informações minhas?
Só o destinatário, o objetivo e os pontos principais. Eu cuido do resto (estrutura, tom, acabamento).
Qual é a sua taxa de resposta?
Meus clientes têm respostas 3x maiores porque foco na psicologia (urgência, valor, clareza).
Você consegue garantir respostas?
Não, mas minhas taxas de abertura são acima de 80% (média do setor: 20-30%) porque otimizo linhas de assunto e hooks.

